COMO OS COWORKINGS GANHAM FORÇA COM A LEI DA TERCEIRIZAÇÃO



Há alguns meses foi sancionada pela presidência da República a Lei da Terceirização, que mesmo se envolvendo em algumas divergências de opinião, começa a surtir efeitos muito positivos no mercado dos coworkings.

O novo regramento pode não ser unanimidade, mas é inegável como a perspectiva de geração de trabalho é positiva. Isso porque, com a recessão que o país enfrenta, muitas empresas não estavam contratando por conta dos altos encargos gerados pela CLT. Agora, as grandes empresas voltam a investir e se sentem mais confiantes para esse novo período da economia.

E como aproveitar as oportunidades?

Para os coworkings, esse é o momento de mostrar como eles podem ser o espaço perfeito para os criadores de novas empresas. Isso porque, com as novas oportunidades de trabalho e parcerias, os profissionais vão precisar de estações de trabalho com maior estrutura e, obviamente, quanto mais contatos melhor.

Essa é a hora de reforçar o trabalho para mostrar todos os benefícios do coworking e como eles podem agregar para os novos empreendedores que estão surgindo.

Para quem atuava como freelancer ou como pessoa jurídica, esse é o momento de compreender as novas vagas temporárias e parcerias possíveis de serem exploradas. Ao chamar um especialista para realizar determinada tarefa, a empresa busca maior produtividade e qualidade no produto final, então essa é uma grande chance de fazer seu nome.

Já estão começando a surgir no mercado alguns cursos para entender melhor a lei, compreendendo as possibilidades de competição para quem quer oferecer serviços e também para quem quer contratar serviços.

Com o novo fôlego que o mercado ganha, é preciso entender o novo contexto do seu nicho e se adaptar as novas oportunidades que surgem.


O prestador de serviços perde direitos com a Lei da Terceirização?

Pelo contrário! O freela que costumava fechar jobs curtos tem a oportunidade de arranjar contratos um pouco mais longos e com todos os direitos previstos pela CLT. A única diferença é que agora o colaborador é contratado pela empresa terceirizada e não pela empresa final que usufrui do serviço realizado.

Se por algum motivo for preciso reivindicar direitos trabalhistas, há a responsabilidade subsidiária que garante a integridade do colaborador. Isso quer dizer que a empresa prestadora de serviço deve ser acionada primeiramente, e caso essa não consiga arcar com suas responsabilidades, aí sim a companhia contratante pode ter que responder.



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